Publicado por Paulo Martini em 4 de dezembro de 2009, às 14:43
Então, sabe quando você sabe onde quer chegar e conhece a estrada que leva até lá tomar, mas aí você começa a inventar atalhos, fica parando em todas as lojas de conveniência que aparecem para encher a pança de coxinha e Coca-cola, experimenta todas as rotas diferentes por pura curiosidade ou porque parecem mais fáceis… aí você nota que desviou da estrada, e começa a pensar em idéias mirabolantes para tentar voltar mas cada idéia se mostra pior que a outra, e vai ficando cada vez mais longe do objetivo?
E depois de muito calejar os pés, finalmente cai a ficha de que não tem jeito, que você terá que voltar até o início e recomeçar?
Então, hoje eu voltei ao início. E daqui a algumas horas, recomeço. Só espero não cair na tentação dos atalhos e dos tentadores caminhos feitos com tijolos de ouro. Mas vou continuar parando para a velha e boa coxinha com Coca-cola, só que bem menos dessa vez. Afinal, também sou filho de Primus.
Publicado por Paulo Martini em 14 de abril de 2009, às 11:45
Mais um momento de pura inveja aqui no Animartini, a arte de Qiqo.
O que eu mais gosto no trabalho desse artista é a escolha e aplicação das cores, sem falar na leveza do traço. Usei a ilustração que o Qiqo fez da Velma – a cérebro da gangue do Scooby Doo – apenas pela referência à animação (e também pelo fato dele ter deixado a personagem sexy pacas), mas no site oficial do cara e na página dele no DeviantArt você encontra muitas outras ilustrações.
Pena não haver muitas informações sobre o artista. Mas, pelo avatar dele, pode-se notar que ele também arrisca nas animações. Quem tiver mais informações sobre ele, é só deixar nos comentários.
E se alguma produtora ou alguma escola quiser ter seus dados incluídos, sem problemas. Basta enviar um email para contato arroba paulomartini com br que adicionarei a empresa com o maior prazer. :-D
Ah, se você for um daqueles que também se rendeu ao Twitter e quiser acompanhar meus devaneios, notícias e piadinhas de quinta categoria, é só me seguir: @paulomartini ou http://www.twitter.com/paulomartini. Ou então simplesmente acompanhe pela barra lateral direita, pois toda vez que eu soltar uma gracinha de até 140 caracteres, ela vai aparecer aí do lado.
Bom, hoje foi visitinha de médico. Amanhã tem mais. E vamo que vamo.
Publicado por Paulo Martini em 7 de janeiro de 2009, às 14:07
Rapaz, quanta poeira. Parece que esse lugar está às moscas há algum tempo…
E aí, tá todo mundo bem? Natal, virada de ano, tudo belezura? Então vamo que vamo.
Não, não me esqueci do Animartini, não. Muito pelo contrário. Mas as coisas ainda continuarão um tanto quanto erráticas até março, talvez abril. É o tempo que eu preciso para acertar a casa. Afinal, 2009 será o ano! Ou não!
Além disso, vou fazer um teste, publicando diariamente por aqui notícias do que está acontendo por esse mundinho animado e que eu adiciono lá no Twitter. Ah, e se você também tem, me siga aqui: http://www.twitter.com/paulomartini.
Publicado por Paulo Martini em 5 de novembro de 2008, às 14:14
Após quase dez anos depois de investir em séries como Todd McFarlane´s Spawn e Spicy City, a HBO volta a apostar em animações e lançou, em 28 de setembro de 2008, seu mais novo projeto: The Life and Times of Tim, série criada por Steve Dildarian.
Peraí. Animação? Vou deixar algo bem claro desde já: “The Life and Times of Tim” não tem nada de animação. Duvida? Veja o trecho abaixo (ou clicando aqui para ver no YouTube), um trecho do 4º episódio:
Por isso, nem falarei sobre técnica ou qualquer coisa que sequer remeta à animação. Ou até mesmo a qualidade dos desenhos, rabiscos feitos pelo próprio Dildarian e que falam por si mesmos.
Sobra falar do roteiro. “The Life and Times of Tim” é uma série sobre o nada, mas sem a genialidade e a finesse de Seinfeld. A série é vazia, não leva a lugar nenhum. Como não há humor, parece que Dildarian decidiu cobrir esses buracos com referências sexuais. Nos quatro episódios que eu vi, o mote de todos eles tem a ver com algo sexual (seja Tim – dublado pelo próprio Dildarian, que também assina a produção – tentando provar que a mulher que está em sua casa não é uma prostituta e que ele não levou na bunda, ou que ele não foi estuprado por um mendingo, ou que ele não estava pegando nos seios de uma velha senhora, ou que ele não se masturbou em uma igreja pensando nas mulheres da família da namorada, etc, etc), com exceção do trecho em vídeo acima, que decide usar a escatologia como ponto de partida para a “história”. Após cada episódio você ainda fica se perguntando onde foram parar os 22 minutos que você nunca mais verá na vida.