Monthly Archives: janeiro 2008

MOCAP: não, não é animação. Mas eu posso, então eu faço.

Beowulf: birolhinho, hein?
Nesse sábado, li um artigo no site AWN escrito pelo grande Gene Deitch. Para quem nunca ouviu falar, o animador, hoje com 83 anos, já trabalhou em estúdios como UPA, Terrytoons, MGM (onde produziu diversas animações da dupla Tom e Jerry) e Paramout. No artigo, entitulado “Yes, but is it animation?“, Deitch fala sobre um tema citado sempre com grande ojeriza pelos animadores, o MOCAP.

MOCAP é a contração de “motion capture”, ou captura de movimento, em tradução livre. Essa técnica, utilizada atualmente em grandes filmes e também na publicidade, se resume em gravar os movimentos de um ator – que veste
uma roupa com sensores que identifica e captura toda a dinâmica – e transferí-los para um computador, que identifica a informação deixando pronto uma base de movimentos que podem ser inseridos em qualquer personagem 3D, substituindo a necessidade de se animar este personagem pelas técnicas tradicionais.

No artigo, Deitch deixa clara sua opinião sobre o processo, deixando claro que, para ele, essa técnica não irá acabar com os animadores (e eu acredito, mesmo sem ele ter citado, que isso impacte também nos atores e atrizes), mas irá eliminar a criatividade e a imaginação do processo de animação. Como estopim do assunto, ele cita o filme Beowulf, dirigido por Robert Zemeckis, que utiliza essa técnica aplicada a imagens que tentam recriar seres humanos com perfeição, mas o máximo que conseguem é produzir manequins. Houve até um certo bafafá entre os animadores estadunidenses quando o OSCAR considerou o filme para a categoria MELHOR LONGA DE ANIMAÇÃO.

Lembro de vários jornais e revistas chamando o filme de “revolucionário” e “o futuro do cinema”. Balela. Pessoalmente, acho que o MOCAP tem sua serventia, sim: ser utilizado como uma ferramenta de suporte, exclusivamente para efeitos especiais e para evitar alguma cena que seja muito perigosa (para não dizer impossível) para o dublê. Exemplos que vêm à mente que utilizaram muito bem o MOCAP são a trilogia O Senhor dos Anéis e o King Kong, ambos do diretor Peter Jackson. Na prática, essa busca incessante em recriar um ser humano de maneira ultra-fiel utilizando 3D é até interessante, e se aplica ao que eu disse acima sobre efeitos especiais. Mas não vejo o porquê utilizar isso como base criativa para um filme ou uma série de tv. Para quê imitar um Anthony Hopkins ou um Ray Winstone ou uma Angelina Jolie quando você pode ter O PRÓPRIO ATOR? A resposta, a meu ver, é simples: “porque eu posso”.

Quando digo eu, quero dizer o próprio Zemeckis, repetindo para si mesmo ao se olhar no espelho. Mesmo depois daquela atrocidade conhecida como O Expresso Polar. Animação não é apenas uma maneira de criar coisas. Como o mestre Chuck Jones disse, “animação não é a ilusão da vida. Animação é vida”. Vida não é só imitar fielmente os movimentos humanos, ou ter uma pele tão detalhada onde se possa ver os poros. Por isso que o Pernalonga e o Mickey são muito mais humanos do que o Beowulf de Zemeckis ou a Dra. Aki Ross de Final Fantasy: The Spirits Within. Beowulf, no final, acaba se tornando um filme desnecessário: descartável, vazio, falso, mesmo que o roteiro não seja assim tão ruim. Pessoalmente, tremo nas bases ao saber que um filme utiliza MOCAP.

Deitch termina o artigo falando que devemos parar de categorizar os filmes pela técnica empregada, e analisar se eles têm uma história que realmente valha a pena ser contada, e se é bem contada. Concordo totalmente – ainda mais com filmes como Happy Feet e A Casa Monstro, mas será que dá para substituir os manequins por personagens mais humanos? Tipo um ratinho cozinheiro em Paris, ou até mesmo um esquilo neurótico por noz? No final, vão acabar culpando o pessoal de casting… :-)

OSCAR 2008: saíram os indicados!

Oscar 2008
Saiu hoje os indicados ao maior prêmio da indústria cinematográfica, o OSCAR (veja a lista completa dos indicados no IMDB, clicando aqui). Ratatouille, o longa animado produzido pela Pixar e dirigido pelo mestre Brad Bird, e votado como “sensacional” por 11 entre 10 críticos de cinema e de animação – sim, já vi essa pérola e é realmente maravilhoso – não pegou uma das vagas na categoria de melhor filme, como muitos rumores vinham cantando por aí. Em compensação, está concorrendo em 5 grandes categorias: Melhor Longa Animado, Melhor Roteiro Original (Bird, Jan Pinkava e Jim Capobianco), Melhor Mixagem de Som (Randy Thom, Michael Semanick e Doc Kane), Melhor Edição de Som (Randy Thom, Michael Silvers) e Melhor Trilha Sonora Original (Michael Giacchino).

Entre os concorrentes do filme do rato Remy na categoria Melhor Longa Animado, temos a sensação internacional Persepolis, dirigido por Marjane Satrapi (que criou a hq na qual o filme é baseado) e Vincent Paronnaud, e Tá Dando Onda (Surf’s Up) , da Sony Animation, dirigido por Ash Brannon e Chris Buck. Para mim, “Ratatouille” é o grande vencedor, mas com uma grande possibilidade de “Persepolis” levar essa para casa. “Tá Dando Onda” é o grande azarão.

Falando agora dos curtas animados, os indicados são: Même les pigeons vont au paradis , de Samuel Tourneux e Vanesse Simon; I Met the Walrus, de Josh Raskin; Madame Tutli-Putli, de Chris Lavis e Maciek Szczerbowski; Moya Lyubov, de Aleksandr Petrov; e Peter & the Wolf, de Suzie Templeton e Hugh Welchman. Destes, eu já tive a chance de ver “Madame Tutli-Putli”, e estou correndo atrás dos outros quatro. Assim que possível coloco uma crítica rápida de cada um deles. Pena que o novo curta do Pateta, How to Hook up your Home Theater, acabou de fora.

E agora, outros comentários perdidos sobre os indicados:
- Transformers está concorrendo em três categorias, meio óbvias até: Melhor Mixagem de Som, Melhor Edição de Som e Melhor Efeito Visual. A meu ver, ele não fatura as duas primeiras. Mas seria bacana se levasse em efeitos visuais, afinal, é a única coisa que se salva no filme. Isso, e o Shia LeBeauf. E o Bernie Mac, claro. Uncle Bobby B, baby, Uncle Bobby B.
- Juno concorrendo a melhor filme, direção (Jason Reitman), roteiro (Diablo Cody) e atriz (Ellen Page, a Lince Negra de X-Men 3)? Cara, o Bruno (o Benício d’A ARCA) e o Leandro (o Zarko) não vão me deixar em paz… :-)
- Casey Affleck, que concorre ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante, veio mostrar ao mundo que alguém da família Affleck sabe atuar. :-D
- A espetacular Laura Linney concorrendo como melhor atriz por The Savages. Eu nem gosto de vinho, mas essa mulher fica melhor a cada dia que passa! E é ótima atriz, ainda por cima.
- Será que Johnny Depp finalmente leva o Oscar de Melhor Ator? Mesmo contra Daniel Day-Lewis, Tommy Lee Jones e Viggo Mortensen, e por causa de um papel musical?
- Sem esquecer de falar um pouquinho da Disney, Encantada está concorrendo na categoria Melhor Música Original com três peças: Happy Working Song, So Close e That’s How You Know, todas compostas por Alan Menken e Stephen Schwartz. Eu daria o Oscar, fácil, para “That’s How You Know”. Independente de qualquer coisa, “Encantada” leva esse prêmio, acredito eu, se a tradição continuar. Se bem que dizem que se um filme concorre com ele mesmo, em qualquer categoria, normalmente perde…

Encantada: Disney is back, baby!

Cena de Encantada
Não sei se você teve a chance de ler algum texto meu no finado site sensação A ARCA, mas sou um fã incondicional da Disney. Comecei a acompanhar de perto toda a produção animada da empresa desde pequeno, com os clássicos
curtas do Mickey, Pato Donald e Pateta, passando pelos longas animados e pelas séries de tv (Ducktales é simplesmente genial!). Estou sempre lendo notícias, artigos e livros sobre essa “fábrica de sonhos”: adorava cada anúncio de um novo filme, novo projeto animado; sofri quando anunciaram que a divisão de animação tradicional – o coração de toda a Disney – seria fechada, isso lá pelos idos de 2004; e um misto de alegria e medo me atingiu quando a Pixar foi comprada pela Disney. Afinal, por mais que tenha adoração por toda essa magia, não se pode esquecer que a casa do Mickey é, hoje, uma verdadeira máquina de fazer dinheiro, um império monstruoso que se extende por todas as mídias e emprega uma gama absurda de trabalhadores ao redor do mundo. E os últimos dez anos do ex-CEO Michael Eisner foi muito danoso para a criatividade da empresa, a meu ver.

Mesmo sabendo que essa fase sem os clássicos animados seria temporária, fiquei contando os dias para que ela passasse, e pulei de alegria quando foi anunciada a volta dos projetos 2D, ainda mais sob a supervisão direta do mestre John Lasseter, que se tornou a mente criativa da Disney após a compra da Pixar. E o projeto que marca a volta da animação 2D é Encantada.

Dirigido por Kevin Lima (diretor dos ótimos Pateta: O Filme e Tarzan), o filme é uma divertida homenagem aos clássicos que fizeram a fama da casa do Mickey. Diferente de Shrek, que tira sarro dos contos de fada apenas para ser diferente, Encantada brinca com as referências, tenta acrescentar novos elementos mas se mantém fiel à fórmula – incluindo príncipe encantando, bruxa má, final feliz, músicas e bichinhos falantes, o pacote completo. :-D O filme é bem divertido, com aquele climão de “Sessão da Tarde”, sabe?

As cenas animadas do filme são poucas, totalizando aproximadamente 12 minutos, mas mostram como a Disney continua no topo do jogo. Ok, a animação ainda não voltou 100% ao castelo da Cinderela – as cenas não foram animadas in-house, e sim produzidas pela James Baxter Animation, criada pelo animador James Baxter , responsável por animar personagens clássicos como Jessica Rabbit (Uma Cilada para Roger Rabbit), Bela (A Bela e a Fera), Rafiki (O Rei Leão) e Quasímodo (O Corcunda de Notre Dame). Com alguém com esse currículo e com tamanho conhecimento das técnicas e do padrão de qualidade Disney, estava praticamente tudo em casa. :-D

Encantada está, acredito eu, em sua última semana nos cinemas brasileiros. Mesmo com cópias dubladas – isto é, não será possível pegar as versões originais das músicas de Alan Menken e Stephen Schwartz e muito menos a narração de Julie Andrews – vale a pena. E que venha The Princess and the Frog! :-D
Pontos positivos:
- Amy Adams, que está ótima como Gisele, a personagem principal do filme. Ela simplesmente rouba o filme!
- A animação, que continua espetacular.

Pontos não tão positivos:
- A pequena participação de Susan Sarandon como a bruxa má Narissa.

Leia também: Crítica de Encantada no Animation Animagic

Transformers Animated: não é ruim. Mas preciso ver mais…

Transformers Animated

Nada mais gostosinho do que começar de fato os posts deste singelo blog justamente com uma das minhas grandes paixões: Transformers, que ressurgiu para o povão com o lançamento do filme dirigido por Michael “eu adoro uma explosão por isso vamos colocar no filme inteiro sem me importar com o roteiro” Bay em julho de 2007. Filme divertido à primeira vista, que vai ficando pior cada vez que é revisto (ótima crítica do filme dada pelo amigão Zarko), mas ainda assim faturou horrores, caindo nas graças de todos e lançando uma montanha de produtos licenciados. Entre esses licenciamentos, uma nova série animada foi anunciada.

Chamada de Transformers Animated, a nova animação produzida e exibida pela Cartoon Network estadunidense, estreou na terra do Tio Sam no dia 26 de dezembro de 2007 em um episódio especial de uma hora. A animação ficou responsável pelos estúdios japoneses MOOK DLE (SWAT Cats e The Real Adventures of Jonny Quest), The Answer Studio (Super Esquadrão dos Macacos Robôs Hiper Força Já!) e Studio 4°C (Memories, Tekkon Kinkreet e The Animatrix – Kid’s Story). Nessa nova saga, que mais uma vez cria uma nova origem para o universo dos Autobots (os robozinhos do bem) tentam proteger a recém-descoberta Allspark – a fonte de toda a vida dos robôs – dos malévolos (putz, “malévolo” é uma palavra legal) Decepticons. Assim como a série clássica, conhecida como G1, a nave dos Autobots cai na Terra, mais especificamente na cidade de Detroit, forçando-os a se disfarçarem em veículos.

A série, que volta a ter os norte-americanos como time criativo (Beast Machines foi a última a ter produção norte-americana; as posteriores – Robots in Disguise, Energon, Armada e Cybertron foram produções japonesas), mostra uma senhora melhora no que diz respeito ao roteiro. A história parece ser muito mais bem montada, coesa, que as séries japonesas, e ainda mantendo foco no público infantil. Também pudera: o roteirista-chefe da série é Marty Isenberg, um dos roteiristas da série Beast Machines. Meu único problema com BM é justamente a premissa da história, que tinha tudo para ser muito melhor que Beast Wars, mas acabou exagerando na questão da “fusão tecnologia e orgânico”. Mas não há como negar que os episódios são muito bem escritos.

E isso começa a aparecer logo no começo da série: Optimus Prime ainda não é o lider experiente e paizão de outras encarnações. Ele acaba de se formar na Academia Autobot, e comanda um pequeno grupo de explore: Bumblebee, Ratchet, Bulkhead e Prowl. Aqui, as Guerras Cybertronianas já terminaram, e os Decepticons foram derrotados. Nota-se que Optimus ainda não sabe bem o que fazer, mas sua faceta de líder já começa a despontar, ao desobedecer ordens diretas de Ultra Magnus – comandante supremo dos Autobots – para não enfrentar uma nave Decepticon que se aproxima para roubar a Allspark.

Uma das coisas bacanas desse primeiro episódio é como eles fazem referência direta à G1, exibindo, logo nos primeiros segundos, cenas do primeiro episódio da série clássica, sem que isso atrapalhe em nada o entendimento da trama pelos que não conhecem as séries antigas. Essas cenas mostram cenas das Guerras Cybertronianas, mostrando personagens como Megatron, Starscream, Bumblebee, Thundercracker e Wheeljack em suas formas originais cybertronianas. Também é legal notar a diferença na qualidade das imagens assim que o episódio já mostra os novos Optimus Prime e Ratchet.

Mas as referências não páram por aí. Na verdade, há tantas, inclusive à Beast Wars / Beast Machines, com a presença da personagem BlackArachnia, que mantém o mesmo estilo visual e jeito de falar que sua contraparte em BW/BM. Com o link da G1 no começo, será que teremos alguma continuidade sendo montada ou é apenas uma homenagem? :-)

Mas o que mais vai mexer com os fãs mais antigos é justamente o novo design dos personagens; na verdade, o novo estilo visual da série. Sai os robôs quadradões, entram os designs arrendodados e estilizados de Derrick Wyatt . O cara, que é responsável pelo character design de animações como Teen Titans, A Mansão Foster para Amigos Imaginários e Legião de Super-Heróis, é um grande artista, mas não consigo compreender de onde veio essa idéia. Fico imaginando tantos caminhos bacanas para serem seguidos com o visual, e escolheram justo esse? Fica parecendo desenho animado para molecada de jardim da infância… Não é ruim, é só desnecessário. Fico me perguntando se vai realmente funcionar, imaginando que a pirralhada hoje esteja tão acostumada com os animes da vida que sei lá.

A animação também fica devendo um pouco. Em diversas cenas fica claro a falta de quadros de animação, como o jeito japonês de se fazer lyp-sinc (sincronismo labial), entre outras. Mesmo assim, o visual não fica comprometido, mas poderia haver um cuidado maior.

Pontos a favor:
- Starscream: continua sendo o mais legal. E letal. A sequência dele atacando sozinho e praticamente ganhando dos Autobots é muito bacana.
- O barulhinho clássico de transformação. Sim, ele continua lá, firme, forte e excelente como sempre. :-)
- O character design do novo Bumblebee. Totalmente baseado no design clássico do personagem, com traços que o deixam muito mais simpático e ágil.
- História entupida de referências à G1. Mais do que eu já comentei acima, só vendo mesmo.

Pontos contra:
- O design arredondado. Poderiam ter ido por outro caminho, mas essa necessidade de sempre fazer os produtos para a molecada às vezes dá nos nervos.
- Personagens humanos caricaturizados demais, mas de maneira geral não atrapalham a história como um todo.
- Blitzwing falando como um Arnold Schwarzenegger do gueto? QUÊ?
- Optimus sem o bocal. Qual o sentido, sendo bem sincero?

Vi esse desenho duas vezes. A primeira fiquei meio de ovo virado. Mas achei simpático da segunda vez. Quero ver se eles vão desenvolver legal a história do Optimus, e ainda esperar pelos próximos personagens confirmados, como Arcee, Grimlock, Slag, Swoop, Ironhide, Jazz, Wreck-gar, Soundwave e Shockwave. 26 episódios ainda estão por vir, e eu comentarei mais sobre a série assim que os episódios forem sendo exibidos.

É isso. :-)

Para começar no embalo!

Rápido e direto ao assunto, pois já perdi muito tempo montando textos e mais textos de introdução que não vingaram e ainda me tomaram um tempo disgramado: aqui pretendo falar sobre animação como ainda não vi em outros sites brasileiros. Animação como em “desenho animado”, “stop-motion”, “CGI” e afins. Nada sobre animação de festas, ok? Beleza. Vamos em frente. Só queria deixar esse ponto claro. :-)

Quero abordar assuntos como mercado, artistas, pirataria e técnicas, e juro que tentarei não ser chato e maçante. :-) Sinto que esse conteúdo mais técnico está em falta em terras brasileiras, mesmo que eu não seja um profissional da área nem tenha pretensões de achar que eu sei tudo (quem dera…). Mas quero contribuir ao tentar pelo menos jogar alguns assuntos no ar, já que depois de vários anos mexendo com internet, pretendo cair de cabeça nesse mercado, que sempre foi meu sonho.

Além disso, podem ser que outros assuntos dêem as caras, como cinema, quadrinhos, brinquedos, música, pôker… idéias que vierem à mente e que ache relevante. Afinal, meu nome tá no título. :-) Normalmente não publicarei notícias, prefiro tratar mais a fundo sobre os assuntos. Notícias você pode encontrar nos links aí do lado. A situação vai ditar a pauta, ok?

Eu aguardo comentários, dicas, críticas e sugestões para que eu possa melhorar esse cantinho sempre. Como esta é minha primeira inclusão no mundo dos blogs, ainda estou meio perdido, acertando algumas coisas, testando outras…

Bom, é isso. ‘Bora para o próximo post antes que eu decida mudar esse texto inicial de novo! :-)