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THE LIFE AND TIMES OF TIM: review dos quatro primeiros episódios


Após quase dez anos depois de investir em séries como Todd McFarlane´s Spawn e Spicy City, a HBO volta a apostar em animações e lançou, em 28 de setembro de 2008, seu mais novo projeto: The Life and Times of Tim, série criada por Steve Dildarian.

Peraí. Animação? Vou deixar algo bem claro desde já: “The Life and Times of Tim” não tem nada de animação. Duvida? Veja o trecho abaixo (ou clicando aqui para ver no YouTube), um trecho do 4º episódio:

Por isso, nem falarei sobre técnica ou qualquer coisa que sequer remeta à animação. Ou até mesmo a qualidade dos desenhos, rabiscos feitos pelo próprio Dildarian e que falam por si mesmos.

Sobra falar do roteiro. “The Life and Times of Tim” é uma série sobre o nada, mas sem a genialidade e a finesse de Seinfeld. A série é vazia, não leva a lugar nenhum. Como não há humor, parece que Dildarian decidiu cobrir esses buracos com referências sexuais. Nos quatro episódios que eu vi, o mote de todos eles tem a ver com algo sexual (seja Tim – dublado pelo próprio Dildarian, que também assina a produção – tentando provar que a mulher que está em sua casa não é uma prostituta e que ele não levou na bunda, ou que ele não foi estuprado por um mendingo, ou que ele não estava pegando nos seios de uma velha senhora, ou que ele não se masturbou em uma igreja pensando nas mulheres da família da namorada, etc, etc), com exceção do trecho em vídeo acima, que decide usar a escatologia como ponto de partida para a “história”. Após cada episódio você ainda fica se perguntando onde foram parar os 22 minutos que você nunca mais verá na vida.

E ainda tem gente que fala um monte de asneiras do Seth MacFarlane… Pfff.

Para terminar, me pergunto constantemente o porquê de tantas dessas “animações adultas” norte-americanas serem tão mal feitas (e mesmo assim aprovadas e exibidas). Os exemplos não faltam: Esquadrão Aqua Teen (Aqua Teen Hunger Force), Rato Esponja (12 Ounce Mouse), Assy McGee, “The Life and Times of Tim”, Squidbillies… O que querem passar com isso, que os adultos querem ver roteiros ruins e piadas de baixo calão, enfeitadas por desenhos ruins e animações sem qualidade técnica alguma (em alguns casos praticamente inexistentes)? Essas porcarias eu não quero. Quero mais de Harvey O Advogado (Harvey Birdman: Attorney at Law), Frango Robô (Robot Chicken), Os Irmãos Aventura (The Venture Bros.), Uma Família da Pesada (Family Guy), American Dad, O Rei do Pedaço (King of the Hill), Os Simpsons, Futurama, God, The Devil and Bob… caramba, até mesmo South Park tem personalidade, um estilo todo próprio e é engraçada pacas, até mesmo com toda aquela pornografia e escatologia.

Bom, eu desisti de “The Life and Times of Tim”. Só queria ter tido a decência de ter parado no primeiro episódio.

WOLVERINE AND THE X-MEN: review dos episódios 1 a 7 da primeira temporada

A trama é instigante: os mutantes estavam felizes e faceiros na mansão onde funciona o Instituto Xavier para Aprendizado Avançado, quando Charles Xavier e Jean Grey sofrem um ataque mental antes de acontecer uma grande explosão. Xavier e Jean são dados como mortos, e a mansão é completamente destruída. Sem saber como lidar com a morte de amigos queridos e sem liderança, os X-Men se separam. Um ano se passa e, sem os heróis mutantes de Westchester, as leis anti-mutantes do Senador Kelly ganham cada vez mais força: soldados agora andam pelas cidades perseguindo e aprisionando mutantes à esmo, causando caos pelas ruas. Quando essa força anti-mutante chega a prender humanos comuns apenas pelo fato deles terem ajudado Wolverine, o carcaju decide que é hora de remontar a equipe. Mas será que todos irão voltar? Como cada x-man está vivendo hoje depois de tanto tempo? O que andam fazendo? Como estão lidando com a perda?

Muito legal, né? Nada mais de perder tempo com histórias de origem, já que os filmes dos mutantes ainda está fresco na cabeça do público. Trabalhar uma nova idéia, novas possilidades com personagens que o público já conhece. No trailer, Cyclope agora vive sozinho, ainda triste e amargurado, e não aceita o pedido de Wolverine para voltar à equipe (e deixa isso bem claro ao jogar Logan pelas paredes com uma pela rajada ótica). Uau! Tudo para dar certo, né? Então me responda como é que conseguiram transformar uma premissa tão bacana em algo tão absurdamente ruim? Para aqueles que tinham altas expectativas como eu, podem esquecer: Wolverine e os X-Men é mais uma série animada descartável, e que chega a ser vergonhosa em alguns momentos.

Vi sete episódios até agora e todos, sem exceção, possuem roteiros fracos, personagens mal desenvolvidos e rasos, que cospem diálogos que soam mais falsos que um desenho bem feito do Rob Liefeld. As histórias são infantis mesmo, bobas e forçadas, utilizadas apenas como uma desculpa para introduzir novos personagens, e a grande maioria deles não acrescenta nada. A premissa, que por si só levanta tantas possibilidades bacanas, é deixada de lado  para colocar personagens como Mojo (não aquela idéia bacana da versão Ultimate, onde Mojo é apenas um produtor de televisão que cria um reality show onde mutantes são caçados, mas sim aquele ser sádico de outra dimensão viciado em luta de criaturas superpoderosas  – e tá, vá, eu gosto bastante da Espiral, que aparece nesse mesmo episódio), Nick Fury (que é basicamente um filho da mãe de marca maior e que resolve os trabalhos sujos do governo norte-americano, deixando suas características como o bronco herói de guerra da cronologia normal, ou sua versão Samuel L. Jackson inteligente e bad-ass do universo Ultimate, de lado), Rei das Sombras (como raios a Tempestade foi parar na África e se tornou uma rainha? Tudo bem que os fãs até sabem disso, mas quem assiste o desenho pela primeira vez é jogado no meio desse plot rocambolesco, onde um demônio ou seja lá o que for aquilo aparece para dominar o corpo da Ororo e causar o caos) e o Huk (com tanta coisa para resolver antes, realmente precisava colocar o monstro verde?) na trama. O episódio em que aparece o Gambit, por exemplo, foi escrito por Bob Forward. Ele, junto com Larry DiTillio, foram as mentes criativas por trás daquela belezura de série chamada Beast Wars. Em “Wolverine and The X-Men”, Forward entrega um episódio que chega a ser vergonhoso, sem dúvida o pior dos sete. Isso sem falar que eles estragam tudo logo no quarto episódio, quando é mostrado que Xavier não morreu, mas está em coma na ilha de Genosha sob proteção de Magneto. Aí do nada o careca começa a se comunicar do futuro com seus pupilos sobre um grande cataclisma que acontecerá em breve, voltando à trama de Dias do Futuro Passado… quer dizer, pura patacoada. Tudo isso talvez seja o reflexo da pouca experiência e falta de criatividade de Craig Kyle, o head writer da série (os primeiros roteiros profissionais dele são para X-Men Evolution, de 2004), ou nenhuma voz ativa em uma série controlada pelos executivos, quem sabe.

Se os roteiros são ruins, a animação segue pelo mesmo caminho. Ok, o design dos personagens é bem interessante, com uniformes que lembram a fase mais exagerada das HQs da década de noventa (Vampira utilizando o collant verde e amarelo, Wolverine com o uniforme amarelo e azul) e a fase mais recente, escrita por Grant Morrison (Cyclope com um uniforme azul-marinho que deixa apenas a boca à mostra e um sobretudo, Rainha Branca com um top tomara-que-caia branco, Fera que lembra a sua versão cinematográfica, com colete e calça azul com detalhes em amarelo), mas a qualidade técnica deixa muito a desejar, com fracas expressões faciais e erros gritantes de profundidade. Isso sem falar no CGI, porcamente adicionado às cenas tradicionais. E quem disse que eu consegui encontrar o nome do responsável pelo character design? Nem no IMDB tem!

Se tudo isso ainda não fosse suficiente, a dublagem consegue jogar a série na lama, de tão ruim que está. Andei pesquisando e parece que a responsável é uma empresa chamada Uniarthe, a qual eu nunca tinha ouvido falar até então. Parece que eles são novos no mercado, sei lá. A qualidade é tão fraca que cheguei a achar que estava vendo uma daquelas dublagens feitas por fãs, utilizando apenas ferramentas simples no computador, manja?

É interessante notar que a série estreou no Canadá e aqui na América Latina antes mesmo de ser exibida nos EUA, que tem lançamento marcado para o primeiro semestre de 2009 no canal Nicktoons. Será que eles perceberam que a série é tão ruim e quiseram testar em outros mercados? Vai saber. Bom, quem tiver interessado em assistir basta ligar no canal pago Jetix de segunda a quinta-feira às 15h30. Eu vou continuar assistindo para ver no que vai dar, mas prefiro assistir a nova série do Homem-Aranha, que está maior legal… e eu nunca comentei por aqui, veja você! Bom, mais posts pelo caminho… :-)

TRANSFORMERS ANIMATED: review rápido da primeira e da segunda temporadas!

Levou tempo, mas as duas primeiras temporadas de Transformers Animated finalmente chegaram ao fim. Bom, para ir direto ao ponto (e com spoilers praticamente beirando a zero), a série é muito divertida. :-D

O roteirista-chefe Marty Isenberg conseguiu criar um novo universo utilizando a série antiga como base, mas sem que isso impedisse o entendimento daqueles que nunca viram – ou viram e pouco se importaram com – os episódios antigos. Para a molecada mais jovem, é um ótimo passatempo e não ofende a inteligência (tirando, claro, a babaquice de seguir a idéia do filme live-action, com toda aquela pataquada do Allspark: afinal, em um universo totalmente tecnológico, é preciso recorrer à magia para justificar tudo quanto é acontecimento? Me poupe, Michael Bay). Para os marmanjos e fãs mais enjoados, a série oferece tantas referências, piadas internas e histórias em arcos que deixam a experiência bem satisfatória. Sinceramente achei uma perda de tempo os vilões humanos (Nanosec, Angry Archer e Meltdown, por exemplo), que só atrasaram a aparição dos Decepticons na série, mas não foi nada traumático. Quando personagens como Starscream, Shockwave e o próprio Megatron dão as caras, aí é só delírio. :-D Nesse caso, a segunda temporada acaba sendo melhor, pois justamente marca a volta do Megatron como vilão principal, já que ele estava desmontado desde o primeiro episódio da série e só fazia maquinações através do contato com o professor Isaac Sumdac, um dos personagens humanos.

Ainda assim, a animação continua me incomodando. Não há muitos quadros por segundo, e a total falta de atenção ao sincronismo labial deixa um gosto meio ruim na boca, pelo menos na minha (entenderam? Boca, sincronismo labial, hã, hã? :-D ). Por mais que os japoneses tenham transformado isso num estilo próprio, e que a maioria da molecada vidrada em animes hoje em dia não se importa com isso, não é uma decisão que eu diria ser ideal. A falta de atenção nesse quesito tira muito a emoção, sem falar que às vezes parece que a voz não está sendo dita pelo personagem. Um pouquinho mais de apreço pelo material final poderia ter deixado a série ainda mais bacana.

Em compensação, o character design de cada novo personagem acaba se tornando um deleite, mesmo seguindo esse novo estilo mais arredondado desenvolvido por Derrick Wyatt. Além de ótimas aparições dos autobots Ultra Magnus e Jazz, respectivamente líder e soldado da Guarda de Elite Autobot, e dos Dinobots (sempre garantia de sucesso), ressalto outras participações hilárias: os Constructicons, Wreck-Gar e Blurr. Mas a melhor de todas as participações especiais fica para o último episódio, que vai deixar muitos fanáticos de queixo caído. :-D

A série está passando no Cartoon Network brazuca todo sábado, às 13h. Eu recomendo, e já espero ansioso pela terceira temporada. Ainda assim, espero ansioso pelo dia Transformers será tratado com o mesmo carinho e preciosismo que séries como Macross e Gundam:-)

THE OLYMPIC ADVENTURES OF FUWA: os mascotes da Olimpíada de Pequim em versão animada

Eu acredito que todos já tenham visto os mascotes criados pelo artista chinês Han Meilin para a Olimpíada de Pequim 2008. Conhecidos como Fuwa – “dolls of blessing”, ou “bonecos abençoados” – os cinco personagens representam diferentes elementos característicos da China: Beibei é azul, tem elementos que lembram um peixe e uma flor de lótus e representa o mar; Jingjing é preto, representa um urso panda e as florestas chinesas; Huanhuan é vermelho e representa a chama olímpica; Yingying é dourado, lembra os antílopes tibetanos e representa a etnia Xinjiang; e Nini, verde, tem como forma a andorinha e lembra as famosas pipas chinesas. Juntos, os nomes dos personagens formam a sentença “Beijing huanyíng ni“, que significa “Pequim dá as boas-vindas a você”.

Além de serem estupidamente fofinhos e serem o maior sucesso comercial na China, com diversos produtos licenciados, os personagens também estrearam em versão animada, em uma série lançada em 08 de agosto de 2007 na BTV (Beijing TV Station), a rede de TV municipal de Pequim. Composta de 100 episódios de 11 minutos cada, The Olympic Adventures of Fuwa conta a história do menino Dayou, que ganha de presente os mascotes na véspera do início dos Jogos Olímpicos. Juntos, o menino e os Fuwa aprendem sobre as origens de cada modalidade esportiva e curiosidades sobre as Olimpíadas.

O interessante é notar que o desenho realmente conquistou os chineses, atraindo uma audiência espetacular e sendo exibido em mais de 100 canais em toda a China. O desenho recebeu muitos elogios quanto aos temas abordados e ao storytelling. A animação chegou até a ganhar o prêmio de “Melhor Produção” pela Asian Animation Comics Contest (AAAC) em 2007. Pena que não consegui achar o nome dos diretores, dos roteiristas, dos animadores e mesmo dos produtores envolvidos. O que se sabe é que a produção é da KAKU Cartoon, em parceira com a BTV. Coisas da China, acredito. :-)

Veja mais imagens da série no site Beijing Olympics FAN!, e um promo da série abaixo, no Youtube:

Via Portal Rio Mídia

BLACK PANTHER: veja o teaser da série animada do Pantera Negra

Uau. Quer dizer, UAU! :-D Quando foi divulgado, há um tempo atrás, que o Pantera Negra, personagem da Marvel Comics, seria personagem principal de uma nova série animada, não dei importância. Li quase nada do herói e rei de Wakanda, fictício país da África, e aquilo que li e que consigo me lembrar foram escritas pelo mestre Brian Michael Bendis. Até aí, beleza.

Agora, eu não esperava que os produtores fossem arriscar tanto e tomar um caminho tão diferente para o visual da série, casando muito bem os desenhos do sensacional desenhista de quadrinhos John Romita Jr. com um estilo animado que lembra cut-out (e também aquela série animada tosca do Capitão América da década de 60, The Marvel Superheroes, mas feito direito, manjas?). Eu realmente não esperava por essa, acho que ninguém esperava. E que surpresa sensacional, devo dizer! :-D Realmente fico na dúvida se a molecada criada a animes de hoje em dia vai curtir, mas eu adorei, e vou acompanhar de perto. Algo diferente para se assistir, finalmente! :-)

Agora, que o roteiro seja bom também, senão tudo isso vai ser um esforço perdido…

A série é produzida pela BET Animation, e tem previsão de estréia nos EUA no primeiro trimestre de 2009. Para ver o trailer, basta clicar aqui.

Para saber mais sobre a série, leia o release oficial no site The Futon Critic, e alguns vídeos sobre a produção direto da San Diego Comic-con no site Comic Book Resources.

Via Judão.

BATMAN – THE BRAVE AND THE BOLD: veja o primeiro vídeo da nova série animada!

Há algum tempo eu comentei aqui no Animartini sobre a nova série animada do Batman, The Brave and The Bold. O primeiro trailer da nova série acaba de ser disponibilizado nas interwebs pelo site Toonzone: você pode clicar aqui baixar o trailer em baixa resolução (Quicktime, 30Mb), ou clicar aqui e baixar em alta resolução (Quicktime, 40Mb). Ou então você pode sempre contar com o Youtube:

Pessoalmente gostei bastante do que vi. Os produtores decidiram tirar o Batman animado daquele mundo gótico e deprê (que eu sempre achei duca, diga-se de passagem) e levá-lo de volta aos anos 40, 50 e 60, com direito a uniforme azul e tudo mais. Mas fiquem calmos, fãs abilolados do Cavaleiro das Trevas, isso não significa que o Batman vai sair dançando a watusi (pelo menos, eu espero que não :-D ): mesmo sendo direcionado ao público infantil de 6 a 11 anos, as influências claras à arte de Dick Sprang, Alex Toth e Jack Kirby irão dar um gostinho aos aficcionados – a idéia é ser um contraponto ao clima sério do filme Batman: O Cavaleiro das Trevas, que está nos cinemas – sem falar em outras milhões de referências e piadas internas. Bom, nem preciso dizer que a animação está top-notch como sempre, e o visual com certeza vai dar um novo respiro à já saturada safra de desenhos animados do homem-morcego.

Para saber mais sobre a série animada, você pode clicar aqui e ler uma entrevista com os produtores James Tucker e Linda Steiner, e com o editor (story editor) Michael Jelenic. Tem também uma entrevista com o dublador do morcego, o ator Diedrich Bader. Ambas as entrevistas estão em inglês e foram feitas pelo site Toonzone.

PS.: Curtiu o Homem-Borracha aí, seo Bruno? :-D

EMMY AWARDS 2008: veja os indicados animados ao maior prêmio da tv norte-americana

E saiu a lista dos indicados para o maior prêmio da TV norte-americana, o Emmy. E, abaixo, a lista dos indicados animados, via Animated News:

Melhor Programa Animado (com duração menor que uma hora)
• Creature Comforts America
• O Rei do Pedaço (King of the Hill)
• Frango Robô (Robot Chicken)
• Bob Esponja (SpongeBob SquarePants)
• Os Simpsons

Melhor Programa Animado (com duração de uma hora ou mais)
• Uma Família da Pesada Apresenta: Blue Harvest (Blue Harvest – Family Guy)
• Imaginationland (South Park)
• Liga da Justiça: A Nova Fronteira (Justice League: The New Frontier)

Melhor Música Tema Original de Apresentação
• Phineas And Ferb

Melhor Música e Letra Original

• Phineas And Ferb, for I Ain’t Got No Rhythm

Melhor Trilha Sonora para Série
• Uma Família da Pesada (Family Guy), pelo episódio “Lois Kills Stewie”
• Os Simpsons, pelo episódio “Treehouse of Horror XVIII”

Melhor Especial de Não-Ficção
• The Pixar Story

Melhor Curta Animado Especial
• O Acampamento de Lazlo (Camp Lazlo), pelo episódio “Lazlo’s First Crush”
• Chowder, pelo episódio “Burple Nurples”

Veja a lista das séries live-action indicadas no Judão. Ah, sim, e Lost tem que levar esse ano como Melhor Série Dramática. Assim como Michael Emerson, que merece uma estatueta como Melhor Ator Coadjuvante em Série Dramática pela sua magistral interpretação do bizarro Ben Linus. :-D

LOST – A 4a. temporada (leia sossegado, não tem spoiler nenhum)

Acabei de ver o último episódio da 4a. temporada de Lost. Não sei o que dizer. Tá, vou tentar dizer alguma coisa… que tal a melhor série de tv de todos os tempos, junto com Twin Peaks e The West Wing? É, eu sei, dizer isso seria subestimar e muito a série. :-D

O que esses roteiristas criaram – e fizeram nessa quarta temporada – é algo simplesmente fora desse mundo. Não dá, não consigo entrar em detalhes. Por mais que eu escreva, não vai chegar perto da sensação que é assistir essa série. É de chorar, de torcer, de vibrar, de ficar com cara de ponto de interrogação a cada nova pergunta… Se eu começar a falar especificamente sobre essa quarta temporada, de episódios como The Constant, de personagens como Benjamin Linus (interpretado magistralmente por Michael Emerson), caceta, não haverá blog suficiente. Aqueles que acompanham/acompanharam sabem disso. E aqueles que não vêem… bom, o problema é de vocês. :-D

E não, não dá para imaginar o que raios vai acontecer na quinta (e penúltima temporada). Agora é esperar até 2009 para saber. Droga. :-D

RELEASE – CHOWDER estréia na Cartoon Network Brasil

O novo desenho original do Cartoon Network estréia na telinha do canal na sexta-feira, dia 6 de junho, às 19h

A mais nova comédia animada do Cartoon Network contará as mágicas aventuras de um jovem aspirante a chef que vive na pequena cidade de Marzipã, onde os “Carrocóis” congestionam as ruas e os coloridos cidadãos andam apressados. Dentro da cozinha do Bufê do Mung Daal, Chowder, um jovem aprendiz de chef, trabalhará sob os cuidadosos olhos do experiente e excêntrico chef Mung Daal ajudando nas tarefas diárias da cozinha. O novo aluno que vive se metendo nas mais doidas confusões terá que tomar muito cuidado para escapar de um desastre atrás de outro. No seu novo posto, o cômico personagem assumirá responsabilidades que vão desde assegurar que os Feijões Cantantes fervam até que cantem em total harmonia e cuidar da banana machucada para que ela se recupere a entregar um biscoito de mil quilos para um homem que vive na cabeça de um gigante.

Chowder é a pessoa certa para este tipo de trabalho porque ninguém gosta tanto de preparar guloseimas e experimentar sabores novos como ele. Ele é uma doce e adorável criança que, por onde passa, apronta confusão. O pequeno aprendiz talvez não esteja pronto para ser chef, mas com certeza chegará lá, isso se antes não destruir a cidade inteira tentando.

CHOWDER foi criado por C. H. Greenblatt, um artista veterano de story boards do Cartoon Network Studios e a voz do personagem Fred Fredburger de As Terríveis Aventuras de Billy e Mandy. CHOWDER é uma produção original do Cartoon Network Studios em Burbank, Califórnia.

CHOWDER estréia no Cartoon Network na sexta-feira, dia 6 de junho, às 19h, e será exibido às sextas, às 19h, aos sábados, às 10h, e aos domingos, às 18h.

Cartoon Network, rede de TV por assinatura com transmissão 24 horas da Turner Broadcasting System, Inc., traz os melhores personagens animados e live-action em desenhos, filmes, videoclipes e games, por meio de diversas plataformas incluindo TV, internet, eventos, produtos licenciados e meios digitais. O canal abriga o maior acervo de desenhos animados, com produções premiadas como As Meninas Superpoderosas, Ben 10, As Terríveis Aventuras de Billy e Mandy, KND, A Mansão Foster para Amigos Imaginários, O Acampamento de Lazlo e Andy e seu esquilo. O canal foi lançado em 30 de abril de 1993 e é transmitido na América Latina em mais de 23,9 milhões de domicílios em português, espanhol e inglês.

BATMAN – THE BRAVE AND THE BOLD: informações sobre a nova saga animada do Cavaleiro das Trevas!

Sei que a notícia da nova série animada do Batman já vem rolando a internet faz um tempinho, mas como ainda não tinha visto a imagem de divulgação (acima) até uns dias atrás, além de notar que ainda há pouca informação disponível, achei que seria legal comentar.

E sim, mais uma série animada do Batman, como se já não houvesse o bastante. “Mais uma? Os caras não se cansam, não?”, disse um abnegado El Cid, o que não deixa de ter seu fundo de verdade. A questão é que o Morcego sempre trouxe rios e rios de dinheiro para a Warner e para a DC Comics, ainda mais nos últimos 15 anos. Outro ponto importante a ser considerado é que, independente das infinitas encarnações animadas pós-The Animated Series (a mais conhecida hoje, aquela do visual gótico produzida por Paul Dini e Bruce Timm) – como The New Batman Adventures (também conhecida como Batman: Gotham Knights), Batman do Futuro, Liga da Justiça, O Batman – os roteiristas conseguiram o feito de criar estilos diferentes para cada nova série mantendo a qualidade das histórias em todas elas.

Bom, eis que é divulgada Batman – The Brave and The Bold, que mostrará o Cavaleiro das Trevas se unindo a um herói diferente a cada episódio para enfrentar os mais diversos perigos. Essa idéia, apresentada em versão animada na última e bem sucedida temporada de “The Batman”, tem sua origem um pouquinho mais no passado: entre 1955 e 1983, a DC lançou uma série de hqs chamada The Brave and The Bold, onde mostrava aventuras antigas de heróis menos conhecidos. Na edição número 25, o título mudou o foco, sendo palco de teste para novos personagens e equipes (o Esquadrão Suicida, Metamorpho e a famosíssima Liga da Justiça estrearam nesse título). Na edição de número 50, nova virada editorial: o título começou a mostrar encontros entre diversos heróis, e os mais famosos foram justamente aqueles que mostravam Batman se juntando a outros superpoderosos.

Segundo os produtores, essa série terá um tom muito mais light que as anteriores. Segundo o produtor James Tucker, “(a série) foi feita para trazer à tona um lado diferente do frio, vingador e temido Cavaleiro das Trevas. Nosso Batman tem esperança“. Ainda assim, o diretor Ben Jones deixou bem claro que “sim, haverá comédia, mas não esqueceremos da ação. (…) O Batman é ainda aquele perfeccionista chato que tem sido pelos últimos 20 anos“. Entre os heróis, Batman juntará forças com alguns heróis de primeira linha, como Aquaman e Arqueiro Verde (respire, Bruno, respire :-) ), e com outros não-tão-tops-e-conhecidos-mas-fodões-e-amados-por-muitos como Homem-Borracha (alguém chame uma ambulância para o Bruno, pelamor! :-D ) e Besouro Azul. Outros personagens serão divulgados em breve.

Pela imagem acima, dá para notar exatamente o que Tucker quer dizer. Só de trazer o visual “azul” – sabe, aquele do desenho animado Superamigos e daquela série de tv tosca dos anos 60 com o Adam West? Então – já deixa claro o caminho que a série tomará. A série será dirigida por Jones (responsável pela direçãde de vários episódios de Transformers Animated e Harvey O Advogado), Michael Chang (já dirigiu episódios de Teen Titans e Roughnecks: Starship Troopers Chronicles) e Brandon Vietti (diretor do longa Superman: Doomsday); a produção será de Tucker, Amy McKenna (produtora associada da série Legion of Super Heroes), Sam Register (produtor executivo de “Transformers Animated”) e Linda Steiner (produtora de Duck Dodgers e “Liga da Justiça”). Já os roteiros serão coordenados por Michael Jelenic (que já escreveu episódios para Ben 10, “O Batman”, “Legion of Super Heroes” e foi editor de roteiro no filme O Batman Vs. Drácula). Para dublar Batman/Bruce Wayne foi escolhido o ator Diedrich Bader (o amigo de Drew Carey da série de TV The Drew Carey Show); o jovem Zachary Gordon (que já participou de séries como Desperate Housewives e Frango Robô) emprestará sua voz para uma versão mais jovem de Bruce Wayne; já Greg Ellis (Beowulf e 24 Horas – terceira temporada) interpretará um personagem chamado Craddock. Outro nome confirmado no cast, Will Wheaton (mais conhecido pelo papel de Wesley Crusher na série Jornada nas Estrelas: A Nova Geração), ainda não teve o personagem divulgado.

O desenho terá 22 episódios para sua primeira temporada, e será exibido pela Cartoon Network ianque (isto é, praticamente garantida a exibição na CN brasileira). A série tem previsão de estréia para março de 2009.

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