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Crítica de BOLT: SUPERCÃO no Judão!

Bolt: Supercão

Rapaz, quanta poeira. Parece que esse lugar está às moscas há algum tempo… :-D

E aí, tá todo mundo bem? Natal, virada de ano, tudo belezura? Então vamo que vamo. :-)

Não, não me esqueci do Animartini, não. Muito pelo contrário. Mas as coisas ainda continuarão um tanto quanto erráticas até março, talvez abril. É o tempo que eu preciso para acertar a casa. Afinal, 2009 será o ano! Ou não! :-)

Enquanto isso, a minha crítica do novo longa animado da Disney, Bolt: Supercão, tá lá no Judão.

Além disso, vou fazer um teste, publicando diariamente por aqui notícias do que está acontendo por esse mundinho animado e que eu adiciono lá no Twitter. Ah, e se você também tem, me siga aqui: http://www.twitter.com/paulomartini.

Por enquanto, é isso. :-)

PRODUCING ANIMATION: um livro mais do que necessário

Quero aproveitar para sugerir um livro muito bacana, principalmente para aqueles que pretendem levar essa
história de produzir animações para a frente: Producing Animation, de Catherine Winder e Zahra Dowlatabadi.

O livro, impresso pela editora Focal Press, engloba todas as etapas de uma produção animada, seja ela uma série para tv ou um longa metragem, seja utilizando técnicas 2D, CGI ou stop-motion. Aborda todas as etapas de pré-produção (a idéia, desenvolvimento da sinopse, roteiro, técnica de animação escolhida, storyboards, character designs, gravação dos diálogos, etc), produção (deadlines, elaboração de custos, produção da animação e cenários…) e pós produção (edição linear ou não linear, edição de som, exportação para mídias como tv, cinema, etc), sem falar em como lidar com outsorcing (isto é, quando toda a produção é feita em outros países), e muito mais! Só os comentários iniciais sobre o que é ser um produtor de animação, feitos pelos melhores do mercado, é genial.

O livro também contém diversas planilhas para ajudar na elaboração e controle do seu projeto, incluindo descrições detalhadas de cada cargo em uma produção – se você sempre teve dúvida do que faz um produtor executivo, um diretor ou um leading animator, o livro “Producing Animation” vai responder isso para você.

As escritoras falam com conhecimento de causa, já que são macacas velhas do mercado de animação norte-americano. Catherine Winder já foi produtora de séries como Spawn e Spicy City (ambas da HBO Animation) e Aeon Flux (MTV); já foi vice-presidente sênior de produção da Fox Feature Animation, onde foi responsável pelo sucesso A Era do Gelo; e hoje é produtora executiva da Lucasfilm Animation, onde é responsável direta pelo novo projeto The Clone Wars, da franquia Star Wars, que estréia nos cinemas em agosto de 2008 e que depois se transformará em uma série, a ser exibida pela Cartoon Network em 2009. Já Zahra Dowlatabadi trabalhou como produtora na DisneyToon Studios e também com os três primeiros longas da série Em Busca do Vale Encantado, da Universal, e como produtora associada no longa Quest for Camelot, da Warner Animation. Hoje, ela presta consultoria sobre séries e filmes animados para gigantes como Cartoon Network, Lucasfilm Animation, Disney, Animation Lab e Oregon Film Group.

Tenho esse livro há quase dez anos e sempre que possível volto a lê-lo, pois ele continua muito atual. Pena que “Producing Animation” ainda não foi traduzido para o português. Alguma editora aí se habilita? Ou que tal alguém aqui do Brasil montar um livro desses? :-)

Quem quiser saber mais sobre o livro, pode acessar o site oficial ou então ler essa matéria no site AWN. Se você se interessou e quiser comprar, “Producing Animation” está a venda no Submarino. E se você estiver interessado em livros sobre animação, acesse a lojinha aqui do Animartini e veja mais sugestões.

ANIMA MUNDI 2008: o que eu vi, final

Eis a última parte do meu review sobre os curtas do Anima Mundi 2008. Daqui a alguns dias farei um post final sobre o evento, comentando o 3º Anima Fórum. Com vocês, as animações exibidas na sessão CURTAS 1:

:: ONAT HACHAMUTZIN, de Ronen Zhurat | Israel (2006)
A infância na praia e… picles? Um curta autobiográfico, onde a animação é até bem tosquinha, mas que compensa com uma história cativante e nostálgica, muito humor e… picles. :-) 2D.
– Nota: 4

:: OFFICE NOISE, de Mads Johansen, Torben Søttrup, Karsten Madsen e Lærke Enemark | Dinamarca (2008)
Divertida história em produzida em CGI onde um frango estressado têm que lidar com o jeito estabanado do colega de trabalho elefante. Ótimo timing.
– Nota: 4

:: LE JOUR DE GLOIRE…, de Bruno Collet | França (2007)
Stop-motion interessante sobre um homem que se esconde no subsolo, imaginando a inevitável guerra que está para acontecer acima. Mesmo assim, dos trabalhos franceses que tive a chance de ver no festival deste ano, este é o mais fraquinho.
– Nota: 3

:: FRANZ KAFKA INAKA ISHA, de Koji Yamamura | Japão (2007)
Mais um vídeo sem muito sentido. A história original, baseada no conto Um Médico Rural, escrito em 1919 pelo tcheco Franz Kafka, contém toques surrealistas para contar os questionamentos de um médico chamado no meio da noite para tratar de um paciente. Bom, eu não li o conto, por isso não posso falar nada, mas já li A Metamorfose, e “Um Médico Rural” me parece ainda mais neurótico. Deve ser por isso que o curta é tão arrastado e sem sentido. Pelo menos a arte do animador Koji Yamamura é bem interessante, meu único motivo para não dar a menor nota para o curta.
– Nota: 2

:: EN AGOSTO, de Andres Barrientos e Carlos Andres Reyes | Colômbia (2008)
Uau. Fiquei impressionando com esse curta colombiano. Visualmente impressionante, e com uma história interessante sobre o fim dos tempos. Climático e muito bem animado. :-) 2D e CGI.
– Nota: 5


:: GLAGO´S GUEST, de Chris Williams
| Estados Unidos (2008)
O segundo curta da Disney no Anima Mundi 2008 (depois de How to Hook Up Your Home Theater, que comentei anteriormente) é de uma simplicidade e beleza espantosa. A trama fala sobre um soldado russo, no meio do nada, recebe uma visita inesperada. Agora é só rezar para que a Disney Brasil exiba o curta nas cópias nacionais de Bolt: Supercão, como vai acontecer lá nos EUA. E que venham mais curtas da Disney! :-D Veja abaixo um trecho de “Glago´s Guest”, ou clique aqui para assitir no YouTube:

– Nota: 5

THE PRINCESS AND THE FROG: veja o primeiro teaser do novo longa da Disney em 2D!

Acabei de ver no Ain´t it Cool News () e no Animation Animagic: a Disney acaba de lançar na internet o primeiro teaser de The Princess and The Frog, o primeiro longa animado em 2D a ser produzido após o fechamento da divisão de animação por Michael Eisner, então Presidente e CEO da Disney, em 2004, após o lançamento de Nem Que a Vaca Tussa.

Para assistir, acesse o site oficial ou então abaixo, no Youtube:

“The Princess and The Frog”, o 48º longa animado pelos estúdios Disney, será um conto de fadas que se passará durante a famosa era do Jazz (1920) em New Orleans, nos EUA, e contará a história de Tiana, a primeira princesa Disney negra. O filme tem previsão de lançamento nos cinemas para 25 de dezembro de 2009 nos EUA.

O animado é dirigido por John Musker e Ron Clements (diretores de A Pequena Sereia, Aladdin e Planeta do Tesouro). A trilha sonora é composta por Randy Newman (Toy Story, Monstros S.A.) e terá vozes de Anika Noni Rose (que emprestará sua voz para a personagem principal, Tiana), Keith David, John Goodman, Jenifer Lewis, Angela Bassett, Peter Bartlett, Eddie Murphy e do brasileiro Bruno Campos (que interpretará o Príncipe Naveen).

Não vou mentir que estou bem apreensivo com esse filme. Sim, eu achei a animação do teaser maravilhosa (até aí era de se esperar, afinal, é a Disney fazendo o que a Disney sempre fez de melhor), mas oele não me convenceu totalmente. Ok, John Lasseter, o bambambã da Pixar e hoje também a mente criativa por trás dos estúdios Disney, deu total apoio ao projeto de Clements e Musker e está supervisionando de perto a produção, o que é ótimo. Ainda assim, fico imaginando como, em uma época onde Pixar e Dreamworks dão o tom dos longas animados, será aceito um novo clássico Disney pelo público. Veremos um início de uma nova fase, como aconteceu com “A Pequena Sereia”? Ou será uma bomba nas bilheterias? Pelamor, que seja a primeira opção. :-D

Wall-E: eu vi, e vocês não ^_^

Pois é. Ontem rolou uma cabine (exibição de um filme para a imprensa, que normalmente acontece alguns dias antes da estréia) do novo filme da Pixar, Wall-E. Fui a mando – na verdade, eu implorei e rastejei pela oportunidade, tamanha falta de amor próprio que tenho – do senhor Borbs, bambabam do site Judão, e escreverei a crítica que aparecerá por lá nos próximos dias. Podem ficar sossegados que eu aviso quando ela estiver no ar. :-)

Para deixar vocês com água na boca, posso garantir que “Wall-E” é simplesmente maravilhoso, genial, sensível e tocante como poucos filmes que já vi. Como Paulo Maffia disse ao ver o primeiro teaser, “esse aí já nasceu clássico”, e a afirmação é verdadeira. Além de ter criado um filme memorável, e um personagem que vai ficar na mente das pessoas durante, sei lá, para sempre, a Disney ainda vai fazer rios de dinheiro com essa animação – principalmente com licenciamento, já que os bonequinhos do Wall-E e da Eva vão vender mais que qualquer produto lançado pelo Steve Jobs. :-)

Lindo, simplesmente lindo. Vai, Pixar! :-D

O filme estréia dia 27 de junho aqui em terras brasileiras.

FIM DOS TEMPOS: o tempo acabou para Shyamalan

Alguém consegue me explicar o que aconteceu com M. Night Shyamalan? Sério, como é que esse Fim dos Tempos (“The Happening”, 2008) pôde ser lançado assim? Não teve ninguém na Fox que viu a bomba que tinha nas mãos? Em determinado momento da projeção, eu cheguei a comparar com Motoqueiro Fantasma (“Ghost Rider”, aquela coisa absurdamente ruim dirigida pelo Mark Steven Johnson), tamanha a vergonha que eu sentia de estar no cinema vendo algo tão podre.

“Fim dos Tempos” é uma porcaria em tantos níveis que fica difícil apontar todas as falhas absurdas do filme. Mas eis alguns pontos que devem ser citados:

- As atuações estão medíocres. Mark Wahlberg e Zooey Deschanel, que interpretam os personagens principais, parecem completamente perdidos. E olha que Wahlberg concorreu ao Oscar no ano passado por Os Infiltrados. E Deschanel é uma das maiores gracinhas do cinema… mas atua tanto quanto uma porta frente ao caos que está acontecendo;

- O roteiro é terrível. Eu até consigo entender a idéia – algo como se a natureza estivesse se virando contra os seres humanos, depois de anos e anos de devastação – mas a coisa é tão mal conduzida que fica boçal, idiota. Sem falar na atenção que ele dá para assuntos que nada interferem na trama principal, como os problemas conjugais de Whalberg e Deschanel, o papo sobre o anel do sentimento, o casal maluco criador de plantas (que papo foi aquele sobre a forma do cachorro-quente??), a velha senhora perdida no meio do nada, Whalberg conversando com uma planta de plástico… e por aí vai.

- Todos os itens acima levam à péssima direção. Tá, isso já estava claro quando falei do roteiro e da atuação dos atores, mas tudo o que Shyamalan fez em seus outros filmes e que se tornaram suas marcas registradas como o cuidado com a direção de arte, os enquadramentos, as tomadas, nada disso existe nesse filme.

- Até mesmo a trilha sonora de James Newton Howard – que trabalhou em todos os filmes do Shyamalan desde O Sexto Sentido e criou maravilhas como a trilha de Sinais e Corpo Fechado – está fraquíssima.

- Muitos ainda relacionam a obra do Shyamalan às tais “viradas no final”. Primeiro, ele já mostrou que consegue fazer um ótimo filme sem abusar desse recurso (vide “Sinais”). “Fim dos Tempos” não tem virada. Na verdade, ele sequer tem um final. Sabe quando não há uma idéia definida de como a história vai terminar, e simplesmente o diretor decide acabar repentinamente, só pelo fato de que precisa terminar? É o que acontece.

“Fim dos Tempos” parece o trabalho de um diretor qualquer, um pobre coitado que acabou de sair da faculdade, recebe a chance de fazer um longa-metragem sem nunca ter feito um curta sequer. Parece que Shyamalan trocou os pés pelas mãos em todas as etapas de produção, sem ninguém para dizer o que estava errado.

Quem estiver lendo esse texto e pensa em assistir, eu diria para não fazer isso. Espere passar na Globo, ou baixe pela internet, sei lá, mas não gaste dinheiro com isso. Caso algum estúdio dê outra chance para Shyamalan, pode ter certeza que estarei na fila para ver. Ele entregou quatro filmes que, a meu ver, são espetaculares, e um mais ou menos. Mas que ele errou feio com esse Fim dos Tempos, ah, isso ele errou. Feio. Mesmo. Como disse o Capone, do site Ain’t It Cool News, “esse é o tipo de filme que destrói carreiras”. E eu escuto cada vez mais que Shyamalan têm se achado o rei da cocada preta, exigindo controle total sobre suas obras e ficando totalmente avesso a qualquer tipo de crítica. Enquanto ele estava na Disney, Michael Eisner metia o bedelho e ele entregou os filmes que entregou. Ao tentar passar o roteiro de A Dama na Água, a casa do Mickey exigiu que ele mexesse no roteiro e ele não quis. Foi para a Warner, que prometeu liberdade total, e “A Dama…” foi um fracasso de bilheteria. “Fim dos Tempos” será pior que isso.

É muito triste. Eu espero sinceramente que ele faça mais filmes, filmes que mostrem o bom diretor que ele já mostrou ser. Sou grande fã do trabalho do cara. Que esse “Fim dos Tempos” seja apenas um tropeço. Um grande, monstruoso, dolorido e sangrento tropeço, mas nada mais que isso.

iPhone 3G é anunciado oficialmente. E isso tem tudo a ver com animação!

Não, você não está acessando o Update or Die, o Digital Drops ou o Gizmodo. :-D

Eu venho mantendo um namoro meio platônico com o aparelhinho sensação da Apple há um bom tempo, mas parece que agora a coisa ficou escancarada: eu quero um. AGORA! :-D

Há apenas algumas horas acabou a apresentação do Steve Jobs (o todo poderoso da Apple, da Pixar e da Disney) onde o iPhone 3G foi apresentado. A segunda geração do celular vem com uma cacetada de inovações, a maioria na parte de software. Quem quiser saber de todos os detalhes é só acessar esse post do Engadget, um dos sites referência de novidades eletrônicas e gadgets afins, onde há um acompanhamento da apresentação item a item, com muitas imagens. O lançamento do novo aparelho está programado para 11 de julho em 22 países simultâneamente. O Brasil não está incluído nessa primeira leva, mas já está confirmado o lançamento aqui em terras brasilis até o fim do (a Claro já havia anunciado a exclusividade do aparelho no Brasil) ! :-D

A minha idéia aqui é falar o que essa notícia pode ajudar em muito o mercado de Animação brasileiro.

Antes de mais nada, alguns dados: o iPhone está liderando uma revolução, principalmente na área de multimídia (vídeo e áudio). Já é fato consumado que um dos grandes mercados a serem explorados em um futuro bem próximo é justamente o mobile. O Brasil tem hoje mais de 120 milhões de aparelhos celulares, e o número está aumentando a passos largos. É mais do que o total de residências com TVs no país – em torno de 50 milhões de residências, considerando a média de dois aparelhos por residência. Os modelos estão oferecendo cada vez mais funcionalidades nessa área e ficando mais e mais baratos (o próprio iPhone de 8GB, que custava lá fora US$ 399, vai dar espaço para o iPhone 3G de 8Gb por apenas US$199, e o de 16Gb por apenas US$ 299; e pensar que o primeiro iPhone custava US$ 599). E apenas um pouco mais de 180.000 iPhones no Brasil são responsáveis por mais de 50% da transmissão de dados via aparelhos celulares hoje no Brasil. O mercado, aqui e no resto do mundo, ainda é gigantesco.

Por mais preparado para multimídia que o iPhone seja, se comparado aos outros aparelhos disponíveis no mercado, ele não é a única plataforma a oferecer serviços assim. Tanto que, nos EUA, o iPhone tem impulsionado a venda até mesmo dos aparelhos smartphones da concorrência, segundo esse artigo da revista Wired. Quer dizer: o sucesso do iPhone – que já vendeu mais de 6 milhões de unidades (mesmo estando oficialmente em apenas 6 países) – é indiscutível, e ainda está ajudando a concorrência. Virge.

Com uma demanda astronômica dessas, um mercado que ainda está testando produtos e modelos de negócios, e com as grandes empresas apostando mais e mais, o conteúdo – seja vídeo, áudio ou games – será um produto cada vez mais requisitado! Eis que vem a pergunta: que tal aproveitar o momento para produzir animações pensando nessa nova plataforma de distribuição de conteúdo? Isso pode ser o que muitas produtoras e animadores estavam esperando para finalmente exibir e vender seu trabalho – e em escala global! :-D

Mesmo assim, de nada adianta ficar admirando as possibilidades: o momento é de produzir, produzir e produzir! A conexão 3G irá permitir downloads muito mais rápidos do que a antiga EDGE.

Tenho certeza que muitos vão lembrar de David Lynch e sua opinião sobre assistir filmes em um celular:

Eu sempre acompanhei Lynch nesse pensamento. Caramba, quem tipo de herege seria eu se assistisse um O Senhor dos Anéis, por exemplo, em uma tela tão pequena? Só poderia ser louco – e tem gente que é, mas há uma demanda, então as grandes produtoras vão aproveitar também. Até aí, beleza; sou da opinião que cada um deve assistir como quiser, mesmo que isso não chegue perto da experiência (volto nesse assunto de “experiência” em um próximo post) de ver numa tela grande ou mesmo numa televisão com várias polegadas. Mas sejamos sinceros: nenhum filme é feito hoje para ser visto em um celular. Ou série de tv, ou qualquer outro formato. Estão vendo onde quero chegar? Criar especificamente para celulares. Com games isso já acontece há alguns anos, pelo menos. E com uma tela como a do iPhone – sim, eu já mexi num deles e realmente fiquei besta com o tamanho e com a resolução – dá para fazer estragos! :-D

A palavra de ordem agora é: produzir! O momento é de experimentação, tanto na área artística quanto na área de negócios – vamos testar novos estilos visuais, vamos testar novos modelos de negócios, vamos colocar a mão na massa!

Falem da TV digital, falem em Chris Anderson, Cauda Longa” e “freeconomics” (também volto a comentar sobre esses assuntos em breve, muito em breve), falem da alta-definição; tudo isso é bacana e relevante, mas tudo isso será puxado pela internet móvel. E aquele que tiver conteúdo bom e barato para oferecer, leva. Por quê não nossas animações? 3G, baby! Afinal, todos nós adoramos odiar esses malditos aparelhinhos – todo muito quer se ver livre deles, mas niguém consegue. Too… damn… addictive… :-D

WALL-E VIVE!

http://www.vimeo.com/1014358

Santo Alpha Trion, é possível!

Parece que esse animatronic será usado em uma nova atração dos parques Disney na Califórnia.

Magia. Pura magia.

PS.: E não, Bruno, ele não lembra aquele lixo do E.T. Ele lembra o fenomenal Johnny 5. :-D

PODCAST ANIMAGIC: novo podcast no ar!

Podcast Animagic, com Celbi Pegoraro e Fernando Ventura

Eis uma rápida notícia para divulgar o novo podcast do Animation Animagic. :-)

Já em sua terceira edição, Celbi Pegoraro fala sobre a morte de Ollie Johnston e sobre outros animadores notáveis da Disney que muitas vezes não chegam a ser comentados pela grande mídia; além disso, comenta sobre os novos projetos da Disney e da Pixar e ainda fala sobre toda essa polêmica sobre os Simpsons na Venezuela e também na Argentina.

Vale a pena. :-)